Na ida das palavras
Novamente o destino pregou uma peça
Onde não sorri no final
E sofri, quando devia era me calar
Volta o desejo de sentar ao teu lado
Volta o desencanto de viver em um passado
Que me fez ser assim, tão eu
Tão sozinho sem ninguém pra cuidar
O que é o amor a não ser querer o bem
Sendo refém dos próprios sentimentos
Eu lamento não conseguir me curar
Lamento não conseguir mudar
Tentei como o destino
Pregar peças e conseguir suportar
Mudar, mas sem mal lhe fazer
É de mais pra você, eu entendo
Mas não cabe ser sincero
No mundo em que todos são diferentes
Eu vi a luz diante dos meus olhos
Pena que eu mesmo os fechei.